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TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: HISTÓRIAS TERAPÊUTICAS PARA TRABALHAR COM CRIANÇAS
Os portadores do espectro
autista têm dificuldade em reconhecer e demonstrar expressões e sentimentos,
têm dificuldade de se colocar no lugar do outro e não conseguem perceber os
seus comportamentos inadequados.
Em geral, as crianças com transtorno do espectro autista têm um QI
na média, ou até acima, e uma habilidade excepcional ou interesse em uma área
em particular. É importante que essa habilidade seja percebida e focada para
fortalecê-la, e o profissional deve sempre trabalhar com elogios, o que ajuda a
elevar a autoestima do paciente, que geralmente é baixa. Se fortalecida e bem
trabalhada a habilidade, as crianças podem fazer coisas incríveis. É importante
lembrar que quem trabalha com elas deve levar em consideração o esforço e o
potencial e não tanto o resultado final.









